Saiba como manter a imunidade em alta e afaste as doenças no inverno

 

Com o ar mais frio e seco, esta combinação típica de inverno, agride o organismo e contribui para os consultórios médicos ficarem lotados de pacientes com problemas respiratórios.

Com esse clima, a saúde merece atenção especial. “A grande questão é manter a imunidade. O ar frio e seco é imunossupressor, ele agride o organismo, que precisa aumentar um pouco a sua defesa para evitar as infecções respiratórias, mais comuns nessa época do ano. Os vírus e algumas bactérias ficam esperando que você bobeie para que eles se instalem”, alerta o imunologista Gilmar Domingues.

Para que isso não aconteça, o médico explica como se prevenir. “Evite consumir bebidas geladas no inverno, não fique em ambientes fechados, se alimente bem e lave as mãos”.

Segundo Domingues, a mão é um dos maiores meios de contaminação que existe. Ao pegar em uma maçaneta, toalha de rosto ou cumprimentar uma pessoa que acabou de espirrar, você pode ficar contaminado.

Mesmo com todos os cuidados, se a pessoa estiver estressada, a defesa do organismo vai por água abaixo. “Uma pessoa submetida a dez minutos de estresse agudo pode ficar seis horas vulnerável. Nessas horas ela pode pegar um herpes ou uma gripe, porque ficou com a janela aberta e o vírus se aproveitou. É muito comum a pessoa com herpes dizer que toda vez que se aborrece a doença se manifesta”, afirma.

Mas como ocorre esse processo no organismo? “O sistema neuro-imuno-endócrino trabalha em conjunto. Os mediadores são os mesmos. Quando você está submetido ao estresse e eleva muito a adrenalina no sangue, por um processo nervoso, as células da imunidade ficam bloqueadas de funcionar. Por esse período, se aparecer um vírus, a pessoa adoece”, explica o imunologista.

Então, controlar o estresse é uma boa maneira de evitar a queda da imunidade.

“A doença é um acidente de percurso”, diz médico

O médico Gilmar Domingues destaca que, de cada célula própria que o ser humano possui no corpo, há três milhões de bactérias, vírus e protozoários, que vivem no nosso corpo sem causar doenças. “A maioria das bactérias não são patogênicas. Causam doença quando seu organismo por algum motivo permitiu e baixou a imunidade. Hoje uma das maiores causas de baixa imunidade é o estresse”, salienta.

O que faz baixar a imunidade?

– Alimentação inadequada;

– Algumas doenças viróticas, como o sarampo;

– Um vírus pode permanecer em objetos por muito tempo. Ao entrar em contato com o organismo, ele o contamina;

– Estresse. Uma pessoa submetida a dez minutos de estresse agudo pode ficar seis horas vulnerável.

O poder dos alimentos

Apesar do imunologista Gilmar Domingues destacar que um cardápio equilibrado é aliado da imunidade e não apenas um determinado alimento, as nutricionistas defendem que os alimentos funcionais podem auxiliar na proteção do organismo.

Vale lembrar que por mais que um grão, fruta ou verdura faça bem à saúde, o consumo isolado ou em grande quantidade não trará o resultado desejado. O equilíbrio é sempre o mais indicado.

Para a nutricionista Danielly Serrano, é possível fortalecer o sistema imunológico consumindo probióticos (lactobacillos vivos) encontrados no iogurte e no leite fermentado e em alimentos ricos em vitaminas e minerais (frutas, verduras e legumes).

Danielly afirma também que a deficiência de zinco pode levar a uma disfunção do sistema imunológico, causando infecções frequentes. “Por isso, este mineral é importante nessa estação. As principais fontes de zinco são: carne bovina, feijão e farelo de aveia. A recomendação diária para adultos é de 8 mg para mulheres e 11 mg para homens”.

A nutricionista Renata Kutwak recomenda o consumo dos peixes ricos em ômega 3. “O peixe é um alimento funcional que, além de nutrir, tem a função imunológica de diminuir a resposta inflamatória. Os mais ricos em ômega 3 são os de água gelada, como salmão, sardinha, arenque e atum”.

Fonte: http://gazetaonline.globo.com

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