Um empreendimento bem sucedido – Os Fatores de Transferência

O Descobridor

 

DR. H. SHERWOOD LAWRENCE [1916-2004] Nasceu em Astoria, estado de New York, no ano de 1916. Graduou-se pela Stuyvesant High School, New York University Washington Square College e, compondo a Turma de 1943, pela New York University School of Medicine. Após o episódio de Pearl Harbor, alistou-se na Marinha dos Estados Unidos, servindo como oficial médico na Segunda Guerra Mundial. Participou da épica invasão da Normandia na Praia de Omaha e das invasões do Sul da França e de Okinawa no Japão. Retornando da guerra, iniciou uma longa e brilhante associação com a NYU School of Medicine e o Bellevue Hospital. Seu foco principal foi concentrado em pesquisa imunológica, mais notadamente no que veio a ser conhecido por Fatores de Transferência. Como membro da National Academy of Science recebeu diversos prêmios e honrarias. Encerrou a carreira de professor, pesquisador e médico do Bellavue Hospital quando se tornou octogenário. Imunologista pioneiro, em 1949 concluiu que uma substância presente em um extrato de leucócitos [glóbulos brancos], retirado do sangue de um indivíduo que fora curado de tuberculose, poderia ser transferida a um receptor que não houvesse sido infectado, apesar de apresentar uma resposta imunológica positiva à tuberculose. Nessa época já era possível utilizar-se a transfusão de sangue para esse fim, porém, somente entre pessoas que possuíssem o mesmo tipo sanguíneo. O primeiro passo dado pelo Dr. Lawrence foi isolar as células imunológicas do sangue sadio: os glóbulos brancos. A seguir abriu os leucócitos e separou o conteúdo dos glóbulos em frações de vários tamanhos. Descobriu, então, que uma das frações composta por pequenas moléculas, era capaz de transferir a sensibilidade à tuberculina para um receptor que ignorasse a infecção. Constatada a eficiência, denominou sua descoberta de Fatores de Transferência. O trabalho iniciado pelo Dr. Lawrence teve seguidores, resultando em mais de três mil estudos clínicos que analisam o papel crucial dos Fatores de Transferência contra uma extensa variedade de agentes infecciosos. A descoberta induziu o ramo da Biologia que estuda a função dos linfócitos. A pesquisa do Dr. Lawrence foi referência para as tentativas em capacitar o corpo humano para a aceitação de órgãos transplantados. Publicou inúmeros artigos e vários trabalhos no Cellular Immunology Journal, do qual foi Editor Fundador. O Dr. H. Sherwood Lawrence faleceu aos 87 anos de idade na cidade de New York, em 5 de abril de 2004.

Um americano, de nome David Lisonbee, ao atingir a idade adulta passou a sofrer, sistemática e severamente, das vias respiratórias superiores. Devido ao mal que o acometeu, David e sua esposa dedicaram-se ao desenvolvimento de suplementos nutricionais, para solucionar seu problema e de tantas outras pessoas. Por vinte anos comandaram os negócios da Enrich International, um dos mais bem sucedidos e lucrativos empreendimentos dos nossos dias no setor de suplementos nutricionais. A intuição de David o convencia que a solução do problema passava por algo ligado ao Sistema Imunológico. Suas pesquisas investigavam vitaminas, minerais e ervas que pudessem proporcionar algum benefício ao Sistema Imunológico. À época era comum que pesquisadores e empresários do ramo de suplementos, viajassem à procura de um vegetal exótico – ou um mineral ainda desconhecido – que guardasse os segredos da longevidade e do bem estar. A perseguição, embora inexorável, não produziu um resultado sequer, o que acabou frustrando David após uma década de viagens infrutíferas. Porém, a frustração não impediu que ele se internasse em uma biblioteca para se dedicar integralmente a uma pesquisa. O tema central da investigação eram os benefícios imunológicos contidos no colostro. Em meio à pesquisa, David encontrou uma referência um tanto estranha, sobre a patente de um processo para obtenção de Fator de Transferência a partir do colostro bovino. Descendo aos detalhes, concluiu que não se tratava de vitamina, mineral ou sequer de um ácido graxo. Era algo diferente pelo fato ser parte integrante do próprio Sistema Imunológico, ou seja, uma molécula minúscula encontrada no interior dos glóbulos brancos do sangue, que por transferir informação imunológica de um ser vivo para outro foi denominada Fator de Transferência. O fato de David haver tomado contato com a patente pode ser considerado fortuito, porém, as conseqüências não podem ser confundidas com sorte. O mérito a ser atribuído a David Lisonbee, é haver transformado um achado ocasional em um empreedimento de escala internacional, a partir da aquisição dos direitos de uso da patente do processo de extração de Fator de Transferência, o único conhecido até então. Corria o ano de 1998 quando David Lisonbee, e sua esposa Bianca, constituiram a 4Life® Research, um marco para que o mundo viesse a conhecer os Fatores de Transferência. O primeiro produto criado e produzido foi o 4Life®Transfer Factor Classic™. Já no lançamento o mercado nutracêutico o reconheceu como integrante da categoria. O foco desse mercado é qualquer substância considerada alimento, ou parte de alimento, que propicie benefícios médicos ou para a saúde, incluindo a prevenção e o tratamento de doenças. Segundo David, “O grande passo foi arriscar o olhar para além da nutrição suplementar e conseguir enxergar a informação imunológica, uma idéia renovadora que mudaria completamente o pensamento das pessoas sobre o conceito saúde e que se tornou possível graças à descoberta dos Fatores de Transferência.” Os primeiros produtos 4Life® utilizavam apenas os Fatores de Transferência obtidos do colostro bovino, porém, uma analogia um tanto óbvia incomodava a personalidade irriquieta do empresário David Lisonbee. Se o colostro bovino transfere informação imunológica da “mãe-vaca” para o “bebê-novilho”, como também, da mãe humana para seu rebento, o processo deve ser o mesmo em outras espécies animais. Talvez a combinação de Fatores de Transferência obtidos de diferentes fontes animais potencialize seus efeitos. Solicitou então, ao departamento de pesquisas um estudo sobre a gema do ovo de galinha. A equipe formada por especialistas em bio-orgânica, por nutracêuticos e outros cientistas voltados para a saúde, comprovou que a transmissão de informações imunológicas na espécie galiforme também é feita por Fatores de Transferência. Em seguida experimentaram diferentes proporções de Fatores de Transferência de origem bovina e de origem galiforme – obtidos a partir do colostro de vaca e da gema do ovo de galinha – originando uma série de produtos, cujos efeitos superam os níveis normais de resposta imunológica em até 437%. Há produtos desenvolvidos e produzidos pela 4Life® Research que se destacam por conter Fatores de Transferência Específicos. A especificidade é inerente à informação, que é transmitida em particular para a proteção de um sistema, órgão, tecido, grupo de células, etc. Representam um reforço imunológico específico – valioso e já comprovado – para o sistema cardiovascular, para o sistema endocrinológico, para o cérebro, para a próstata, entre outros.

Fonte: http://www.lelamachado.blogspot.com/

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